18. Revolta Nacional e Voluntariado

REVOLTA NACIONAL E VOLUNTARIADO

Eu disse em algum lugar que as três Presidentiads [Presidências] precedentes a 1861 mostraram como a fraqueza e a maldade de governantes são permitidas tanto aqui na América, sob influência republicana, quanto na Europa, sob influência dinástica. Mas o que posso dizer dessa luta rápida e esplêndida com a escravidão da secessão, o arqui-inimigo personificado, o instante em que ele inequivocamente mostrou seu rosto? A vulcânica sublevação da nação, após a fuzilaria sobre a bandeira em Charleston, provou como certo algo que havia estado anteriormente em grande dúvida, e de imediato  substancialmente resolveu a questão da desunião. Na minha opinião, isso vai ficar como o espetáculo mais grandioso e mais animador já concedido em qualquer era, antiga ou nova, para o progresso político e a democracia. Não foi o que veio à tona apenas–embora tenha sido importante–mas o que isso indicou abaixo, que foi de importância eterna. No fundo dos abismos da humanidade do Novo Mundo tinha se formado e endurecido um fundamento primordial de vontade de União nacional, determinada e na maioria, recusando-se a ser adulterada ou debatida, enfrentando todas as emergências, e capaz de em qualquer época estourar todos os laços de superfície, e irromper como um terremoto. É, de fato, a melhor lição do século, ou da América, e é um poderoso privilégio ter sido parte dela. (Dois grandes espetáculos, provas imortais da democracia, inigualadas em toda a história do passado, são fornecidas pela guerra de secessão–uma no início, a outra em seu encerramento. Essas são, a sublevação geral, voluntária, armada, e a dispersão pacífica e harmoniosa dos exércitos no verão de 1865.)

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